Arquivo do mês: março 2017

Emirados Árabes Unidos-Dubai

Localizado na Península Arábica, no Oriente Médio, o território dos Emirados Árabes  é composto por sete emirados localizados na entrada do golfo Pérsico, são eles: Abu Dhabi, Ajman, Dubai, Fujairah, Ra’s al- Khaimah, Sharjah, Umm al-Quawain. Essa formação foi estabelecida oficialmente no dia 2 de dezembro de 1971, e cada um dos emirados possui total soberania sobre os assuntos internos.

A parada em Dubai, inicialmente só aconteceu pois viajamos pela Emirates (incrível cia aérea). Eu particularmente não teria escolhido como destino de férias. Mas depois que cheguei lá, adorei ter essa oportunidade.

Numa viagem longa como o sudeste asiático, parar no caminho é bem interessante. Sendo assim, foi surpreendente. Dubai impressiona.

Chegamos no hotel e eu, fã dos árabes de outras viagens, já fui me acostumando com o glamour de Dubai (você também se acostumaria). 

Sem dizer da comida que eu aprecio muito. Não deixe de comer falafel e homus.

 

 

Muito ouro: é capinha de celular de ouro e pedras, é barrinha de ouro de lembrancinha, é pó de ouro no café… e as joias em si que parecem saídas de um filme. Dá para comprar? Sei lá, depende do que você dá valor. Se te encanta, por que não?

Fui no tal hotel 7 estrelas (Burj al Arab) e  de perto é bem menor do que pensava. Queria visitar, mas não pode entrar se você não está hospedado.

Pareceu-me pequeno porque o outro lá (Burj Califa – o edifício mais alto do mundo) é muito alto mesmo. Mas lindo, claro. Não achei barato subir nele (uns 40 dolares, que você compra antecipado daqui do Brasil mesmo. Faça isso. A fila para comprar na hora é grande e sai mais caro). Fui até lá, tinha que subir. Muito tranquilo. Nem balança lá no alto. Se der sorte, você vê até o deserto se o céu estiver limpo ou paga mais caro e vai no horário do por do sol. Fui as 3 da tarde mesmo.

 

Mas fiquei com inveja mesmo foi da praia deles. Tem bangalôs em toda orla. E boias e brinquedos flutuantes pras crianças. E tem ducha e wc de um jeito modernoso. E todo tipo de entretenimento. Tem até camelo pra passear na praia, vejam só. E claro, elas vão de burca na praia sim.


 

 

Enfim… pensa no melhor: lá tem.

Tudo em Dubai é superlativo.

 

 

A maior atração para quem gosta de pechinchar são mesmo as tradicionais feiras ao ar livre ou nos souks.  Eu sou ruim de negociar, mas eles são ótimos. Vai sem medo. Pergunte o preço, jogue 50% menos, e  você acaba com uns 30 % de desconto que pode ser um bom negócio. Outra coisa que você tem que aprender nas viagens: gostou? Compra. Não vá achar que na volta vai encontrar a loja ou que mais na frente terá preço melhor. Geralmente você não acha mais e se achar, paciência. Finge que não viu e nem pergunta o preço.

Ah! Durante as compras no shopping (mega lindo rico enorme) tem um big aquário com tubarões, corais e arraias gigantes que você pode dar uma pausa nas compras e ir lá mergulhar … Não fui. Achei desaforo o preço (uns 40 dólares americanos). E eu nem estava lá  fazendo compras…só olhando e babando nas vitrines.

E saber que Dubai até poucas décadas não era nada além de um pequeno assentamento humano às margens do golfo arábico, sustentado pela pesca e pelo comércio de pedras preciosas, me faz pensar que grandes ideias são possíveis em qualquer lugar do mundo.

Eles se propuseram a acabar com o analfabetismo e conseguiram em 2015. Também investem na língua inglesa, pois o turismo depende dela. Gente: quando o país quer, ele pode. Às vezes me encho de esperança.

Estamos no inverno deles…25 graus. Descobri que no verão faz 45.  Alá me livre e me guarde de um calor desses!!!!

Enfim, foram só três dias. Se você ficar mais um, pode dar um pulo em Abu Dabi ali pertinho, passear no deserto, andar na montanha russa mais veloz do mundo, ir no museu da Ferrari. Eu teria ido, mas estava na hora de partir para o próximo destino…

Beijo, Dubai, ainda vou ficar com você na cabeça por vários dias.

Pra vocês sentirem um pouco um clima deixo um vídeo de uma das mais belas atrações.

Dubai – Águas dançantes

 

 

 

 

Muito prazer, sou Ana Lúcia Portella.

 

Sempre gostei de viajar. Mais ainda se for para lugares remotos e de costumes diferentes do meu país. Minhas viagens começam muito antes da data de embarque… Sempre preciso saber do destino antes de partir. Sou assim.

 

Nos lugares que visito procuro ver além do que os guias me contam, busco ao olhar nos olhos e nas expressões dos locais o que pensam e o que sentem. Adoro interagir e fazer perguntas sobre a estrutura, a educação, saúde, trabalho e outros temas locais, mas nem sempre consigo as respostas que desejo. Tudo bem, só um pouco de frustração.

Para esse ano de 2017, escolhi o Sudeste Asiático.

Para um destino tão longe, necessariamente você precisa estudar e planejar tudo com muita antecedência. Isso não exclui você ter surpresas, contratempos. Daí a importância de levar a flexibilidade na mala como fala o texto Adaptabilidade é essencial!

Parti do Brasil dia 21/1, mas o planejamento começou 4 meses antes. Revistas, guias, sites, blogs foram essenciais. Roteiro escolhido, fui encaixando os voos. Não sei se foi a melhor estratégia, mas foi assim que foi feito.

Pôr do Sol – Dubai

Escolhido os passeios, foi a vez dos hotéis e sempre que puder fique próximo das atrações, pois facilita o transporte e você aproveita melhor o tempo. Mas se não for compatível com seu bolso, adapte-se e não perca o humor por isso!

Mandalay

Organizar uma viagem de 30 dias por vários países dá um trabalho danado. Se você detesta isso ou não tem tempo, opte por uma excursão ou peça ajuda a um Consultor de Viagem.

Aqui no Cenários de Viagem, vou compartilhar um pouco do que foi esta minha aventura e do que senti e percebi visitando Dubai, Myanmar (Mandalay, Bagan, Yangon), Laos, Camboja, Singapura, Bali e Tailândia (Phuket e Bangkok).

Espero que viagem comigo!