Arquivo do mês: setembro 2017

Da coleção “Horizontes”

Que céu! Lindo horizonte pós tempestade capturado pela Vera Eterovic em Helsinki. 

Helsinki

Singapura – Parte 2

Singapura é um local com muita diversidade. Como disse um blog, “se quer conhecer a Índia limpinha, visite Little India em Singapura”. Realmente é encantador. Muito colorido, muito ouro, muitos templos hindus e uma mesquita linda e outros templos budistas. Assim mesmo: tudo junto e misturado. 

Chegamos num templo hindu que “abriga” o maior número de deuses fora da Índia, bem na hora da cerimônia deles. Não entendi nada. Um homem cantava um mantra, um outro começou a fazer uma queima de coisas (tinha flor, sementes, cipó, madeira, óleo, arroz) e ele rezava em voz baixa. Os fiéis davam ofertas (óleos, comida) na frente de um dos altares com um deus e recebia um pó na testa, uma banana e pétalas de flor. Às vezes uma imposição de mãos de outro homem vestido só de uma espécie de calça amarrada. 

 

 

Tudo acontecendo e os turistas circulando ao redor. Avistei uma torre com cruz e corri pra lá. Era uma igreja cristã metodista. Nem sinal de católica apostólica romana.

 

 

 

Já que estamos na Índia, bora comer num restaurante tradicional, o Ananda Bhavan Restaurant (o mais antigo, 1924).

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Singapura – Parte 1

Retomando a viagem ao Sudeste Asiático, Singapura foi uma parada que impressionou.  Só a beleza do aeroporto já valeu.

É a riquinha da Ásia. Uma ilha de +\- 719 Km2 que se livrou da Inglaterra em 1963 e da Malásia em 1965.  Fez investimento pesado na educação gratuita (tem privada também) e o ingresso na universidade é por meritocracia.

Planejada e organizada ao extremo, tudo funciona perfeitamente (metrô, serviços, limpeza). A população é composta pela maioria de chineses, mais indianos, árabes e outros. Cada um tem seu “bairro”, mas vivem em muita harmonia.

De cara fomos ao bairro árabe onde nos hospedamos. Uma mesquita linda que pudemos visitar. Ficamos constrangidos com nossas roupas. Não teve problema. Agradeceram por visitar o templo deles e nos forneceram roupas adequadas. Perguntaram de onde éramos e um deles me disse: “- Nossa mesquita foi construída por uma arquiteta portuguesa e católica. Obrigada por visitá-la. “

De graça, ok? E ainda tiraram fotos.

Jantamos lá num libanês que veio à mesa fazer um social. Fomos no jardim do Marina Bay, maravilhoso, com umas “árvores” enormes e que toda noite faz um show de luzes e som. Reconheci  “aquarela do Brasil” e a árvore principal ficou verde e amarela. Seria coincidência?

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