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Bali – Parte 3

Já estávamos desolados com as chuvas. Isso porque não é época de monções, o que piora muito … mas, finalmente, apresento-lhes o oceano Índico.

Com poucos dias para as praias, visitamos as mais famosas. 

Uluwatu 


Padang Padang (do livro/filme Comer, Rezar e Amar)

Ginger 

Jimbaran entardecendo.

 

 

 

 

 

 

 

Nestas zonas costeiras sempre há uma sinalização de rota de fuga em caso de Tsunami. Difícil imaginar como seria…

Muitas praias são procuradas pelos surfistas.

Voltando para a cidade, o clima é despojado e há muitos turistas circulando. Ficamos num bairro bem famoso, chamado Ubud e nos hospedamos no Hotel Ubud Tropical Garden Suite, confortável e bem localizado, com todas as facilidades por perto. Mas por todo lado há hotéis, restaurantes e estúdios de massagem que valem muito a pena.

Voltei pensando que a Indonésia, por ser muito grande, merece uma viagem só pra ela… 

Bali – Parte 2

Cultura:

Dentre as atrações em Bali vale a pena assistir uma apresentação de teatro com dança onde o tema é uma das lendas desse povo.    

Fomos conferir logo cedo (9:30h) e, resumindo, tem um animal mitológico que representa o espírito do bem e de um monstro que representa o mal e narra a luta eterna entre eles. Uma filha tem que morrer em sacrifício nem sei porquê, mas um deus tem piedade dela e lhe concede a imortalidade (já vi essa história…).  Quando o mal vem lhe matar, acontece uma confusão danada e ninguém morre, e um sacerdote do templo oferece um galo como sacrifício e conclusão: o bem e o mal vão sempre coexistir. Daí a noite e o dia, o branco e o preto, o yin & yang. 

Templos: 

Perguntei para o Sr. Mopeto (motorista e guia de todos os dias) quantos templos tinha aqui. Ele riu e disse: “- se houver 5 milhões de casas aqui, 5 milhões de templos existem além desses grandes que você vê praticamente em cada esquina, pois toda casa tem um templo. Toda loja, todo restaurante, todo hotel, etc.”

Até que o deus no nosso hotel a gente já conhecia: Ganesha, aquele meio homem com cabeça de elefante (meio queridinho entre os deuses hindus. É o deus da sabedoria e da sorte. Não pedi nada pra ele por falta de intimidade. Podia pegar mal).

 

 

Todos os dias o povo faz cestinhas de palha de manhã e a tarde e levam na frente dos templinhos ou na calçada mesmo. Evite pisar. É falta de respeito. Colocam insenso, flores e doces/frutas.

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Bali – Parte 1

Bali é uma das 13 mil ilhas da Indonésia. Ou 17 mil. Cada um fala uma coisa… Única ilha que a religião predominante é o hinduísmo. No resto da Indonésia são muçulmanos (maior porcentagem do mundo em número de pessoas).

É uma ilha bem tropical, com povo acolhedor e simpático. Faz um calorão e chove à tarde.

Para mim é muito difícil entender a religião deles, até porque tem só uns 300 mil deuses. O hinduísmo aqui difere um pouco do da Índia, sendo menos rigoroso com a questão das castas.

As figuras sagradas deles são vistas por todo lugar (todo lugar meeeesmo) e é comum você encontrar pratos com flores pelos caminhos como oferta à esses deuses. 

Visitamos alguns templos hindus, mas honestamente, pra nós ocidentais e de formação cristã, é bem difícil compreender. Só por curiosidade, ninguém “vira” hindu. Nasce-se Hindu.

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Muito prazer, sou Ana Lúcia Portella.

 

Sempre gostei de viajar. Mais ainda se for para lugares remotos e de costumes diferentes do meu país. Minhas viagens começam muito antes da data de embarque… Sempre preciso saber do destino antes de partir. Sou assim.

 

Nos lugares que visito procuro ver além do que os guias me contam, busco ao olhar nos olhos e nas expressões dos locais o que pensam e o que sentem. Adoro interagir e fazer perguntas sobre a estrutura, a educação, saúde, trabalho e outros temas locais, mas nem sempre consigo as respostas que desejo. Tudo bem, só um pouco de frustração.

Para esse ano de 2017, escolhi o Sudeste Asiático.

Para um destino tão longe, necessariamente você precisa estudar e planejar tudo com muita antecedência. Isso não exclui você ter surpresas, contratempos. Daí a importância de levar a flexibilidade na mala como fala o texto Adaptabilidade é essencial!

Parti do Brasil dia 21/1, mas o planejamento começou 4 meses antes. Revistas, guias, sites, blogs foram essenciais. Roteiro escolhido, fui encaixando os voos. Não sei se foi a melhor estratégia, mas foi assim que foi feito.

Pôr do Sol – Dubai

Escolhido os passeios, foi a vez dos hotéis e sempre que puder fique próximo das atrações, pois facilita o transporte e você aproveita melhor o tempo. Mas se não for compatível com seu bolso, adapte-se e não perca o humor por isso!

Mandalay

Organizar uma viagem de 30 dias por vários países dá um trabalho danado. Se você detesta isso ou não tem tempo, opte por uma excursão ou peça ajuda a um Consultor de Viagem.

Aqui no Cenários de Viagem, vou compartilhar um pouco do que foi esta minha aventura e do que senti e percebi visitando Dubai, Myanmar (Mandalay, Bagan, Yangon), Laos, Camboja, Singapura, Bali e Tailândia (Phuket e Bangkok).

Espero que viagem comigo!

Da coleção “Horizontes” por Ana Lúcia Portella

A partir de hoje o Cenários de Viagem passa a ter a colaboração de Ana Lúcia Portella que partilhará algumas imagens, experiências e impressões de suas aventuras pelo mundo. Para abrir sua participação no blog e terminar o final de semana, Ana Lúcia compartilha um horizonte com um toque de luz especial em Bali . Gratidão Portella por compartilhar este lindo cenário!

Jimbaran – Bali – Foto: Ana Lúcia Portella