Arquivos da Tag: Jaipur

Jaipur, a “Cidade Rosa”

Jaipur, "Cidade Rosa"

Jaipur foi nossa primeira parada e é também conhecida como “Cidade Rosa” pela cor das fachadas que ainda pode ser vista em parte da cidade, pintada para a visita do príncipe de Gales em 1876. É a capital do estado do Rajastão e a 10maior cidade da Índia. Em uma volta pela cidade é possível observar a estrutura e a marcante arquitetura local.

Templo Galta Ji ou Monkey Palace

Pinturas Templo Galta Ji

Templo de peregrinação Hindu que preserva pouco das pinturas originais, feitas com técnicas milenares esquecidas com o tempo.

Suas construções são belas e mesclam-se com as pedras da encosta. O complexo possui vários templos e você pode circular por todos eles. Mas lembre-se que, quando estiver para entrar no templo, você deve sempre retirar os sapatos.

O local é conhecido também como Monkey Palace, pois os macacos estão por toda a parte e parecem, de fato, os “reis” do local. Circulam livremente, tomam banho na piscina e são tratados com respeito por todos. Pessoalmente, tenho certa desconfiança deles e prefiro observá-los de longe. Mas é impossível andar por lá e não cruzar com um comendo alguma coisa nas escadas.

É um local de paz, silencioso, e é bonito ver jovens monges ali dedicados ao estudo e a vida espiritual.

Chama atenção a sujeira pelos caminhos. Dos sítios visitados foi o que mais me impactou pela quantidade de lixo no local. Talvez não exista verba ou pessoas suficientes para a manutenção o que é uma lástima, pois o local é belo e vale a visita.

Forte Amber

Outra atração imperdível em Jaipur. Para chegar até ele vivenciamos uma das experiências mais inusitadas no trânsito.  

Foto Lena Geise

Compartilhar a via com elefantes e dromedários além dos tuk-tuk, bicicletas, charretes, carros, etc foi um exercício de paciência e uma demonstração da tolerância que existe entre todos. Apesar do trânsito caótico, não percebi nos locais nenhum estresse. Já se fosse por aqui..

Para se chegar ao Forte você pode ir a pé, de jipe ou elefante. Fomos no jipe (já que ir em elefantes é contra nossos princípios) por caminhos estreitos e confusos. Uma aventura. Quando o trânsito parava por alguma razão o motorista abandonava o carro e ía ver o que se passava. Tranquilo, simplesmente saía e nós ficávamos lá, esperando. Talvez por algum motivo especial (com tantas paradas) o percurso este dia tenha sido mais demorado do que outros, mas gastamos mais de 1(uma) hora para chegar da base até lá.

Continuar lendo